O Projeto Piloto de Tupi foi o primeiro empreendimento implantado no Campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos. Recebe esse nome justamente por ter sido a iniciativa pioneira que permitiu testar tecnologias, sistemas de produção e modelos operacionais que, mais tarde, seriam aplicados na ampliação da produção do campo. Desde então, o Campo de Tupi passou por um processo contínuo de expansão e hoje possui uma dimensão e capacidade de produção significativamente maiores.
O Projeto Piloto de Tupi está instalado no Campo de Tupi, na porção central da Bacia de Santos, a cerca de 280 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro, em águas com profundidade aproximada de 2.200 metros.
A produção é realizada a partir de um navio-plataforma do tipo FPSO, denominado Cidade de Angra dos Reis, interligado a nove poços para a produção de óleo e gás natural.
O óleo produzido é estocado no FPSO e, periodicamente, transferido para navios-aliviadores, que o transportam até os principais terminais da região Sudeste do Brasil.
Parte do gás natural produzido é utilizada na geração de energia para o navio-plataforma; outra parte é reinjetada no reservatório por meio de poços injetores; e o volume remanescente é escoado por um gasoduto marítimo que liga o FPSO Cidade de Angra dos Reis à plataforma de Mexilhão (PMXL-1), instalada na costa de Caraguatatuba (SP), a cerca de 216 quilômetros do FPSO. A partir de Mexilhão, o gás segue por gasoduto até a Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA), também localizada em Caraguatatuba.
A capacidade de produção diária do FPSO Cidade de Angra dos Reis é de aproximadamente 100 mil barris de óleo e 4 milhões de metros cúbicos de gás natural.
Para acessar um arquivo com a localização da plataforma Cidade de Angra dos Reis, clique aqui.
Os estudos ambientais (EIA-RIMA) relacionados ao licenciamento deste empreendimento podem ser acessados no site do Ibama. Para orientações sobre como encontrá-los, consulte a aba Licenciamento.
O Campo de Tupi
O Campo de Tupi corresponde à fase de desenvolvimento em larga escala do reservatório no pré-sal da Bacia de Santos e é significativamente maior e mais complexo do que o Projeto Piloto que deu origem às primeiras operações na área.
Ao longo de 2025, a Petrobras interligou onze novos poços nos campos de Tupi e Iracema, que passam a contar com mais de 150 poços perfurados. A companhia avalia a perfuração de novos poços, bem como a possibilidade de instalação de uma nova plataforma a partir de 2031 e a extensão da vida útil de algumas das nove plataformas atualmente em operação, com foco na continuidade da produção de petróleo e gás natural.
A implementação dessas atividades está condicionada às aprovações necessárias pelos órgãos competentes, incluindo o consórcio e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), bem como à análise de pedidos de licenciamento ambiental.
Para saber mais sobre o pré-sal e o Campo de Tupi, clique aqui. Pré-sal: mergulhe nessa jornada ultraprofunda | Petrobras
Conheça abaixo as licenças ambientais para este empreendimento.

